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Escolas Sustentáveis em Paulínia é marco histórico do Instituto!

Por institutoestre

O dia 10 de agosto foi um marco para o Centro de Educação Ambiental de Paulínia (CEA – Paulínia), pois foi dado início à primeira edição do programa Escolas Sustentáveis na sede do Instituto. Com participação de 55 pessoas, o encontro contou com atividades corporais, reflexões e discussões sobre comunidade, além de serem produzidos cartazes pelos participantes.

“O Escolas Sustentáveis sempre foi desejado e esperado por toda a equipe da regional sudeste”, conta Rodolfo Nascimento, analista de projetos do CEA Paulínia. “Em novo formato, com escolas se inscrevendo espontaneamente e dois coletivos diferentes sendo formados, um na manhã e um à tarde, os primeiros encontros deixaram toda a equipe empolgada para os próximos”, constata o coordenador.

Para Alciana Paulino, coordenadora educacional do Instituto Estre, a primeira reunião foi um ato de celebração pela conquista em se realizar o Escolas Sustentáveis, além de o grupo ter tido a experiência de se reconhecer como um coletivo. “O caminho das inscrições abertas fez com que escolas que já tinham uma trajetória de reflexão e educação ambiental se interessassem pelo programa e por esta experiência. O engajamento dessas escolas se deu por já terem alguma afinidade com a proposta”, explica Alciana, que, junto com a equipe do instituto, já distribuiu os livros Escolas Sustentáveis para todos os participantes e organizou uma agenda de visitas ao longo do semestre.

Até o próximo encontro, três escolas vão acolher a equipe do Instituto para um diálogo sobre espaços educadores sustentáveis, e até o fim do ano, haverá mais 3 oficinas de cocriação. “Também foram criados grupos nas mídias digitais e a ideia é que, até o final do ano, todas as escolas recebam a visita da equipe de educação do Instituto para ampliar o diálogo no interior da escola”, conta Alciana, que afirma se sentir em paz e realizada com a ação. “Durante toda a minha trajetória profissional e pessoal eu busco vivências coletivas e me emociona muito ver pessoas ligadas à área de educação interessadas em levar isso para o universo da escola”, emociona-se.

A Professora Viviane, da educação infantil da escola EMEI Jardim Santa Amélia, em Hortolândia, pela primeira vez participando do programa, conta que sua escola decidiu participar durante o recesso escolar de julho. “Quem ficou sabendo foi minha coordenadora pedagógica, e aí ela nos inscreveu”, narra a professora, que já percebeu avanços em apenas uma reunião. “Estamos tentando montar um projeto de brinquedoteca. Através do programa, já pensamos em ter, ao invés de uma brinquedoteca, uma “ECObrinquedoteca”, com materiais reciclados”, alegra-se. Em sua escola, já foram feitos canteiros em forma de borboleta e de flor com blocos de concreto doados, por exemplo.

O aluno Adriel Portal da Silva, de 15 anos, também está empolgado para o andamento do Escolas Sustentáveis em seu colégio, a Escola Parque do Servidor de Paulínia. “Achei interessante participar, porque nossa escola reflete muito a nossa sociedade”, impressiona o jovem garoto. “Sou um menino mente aberta, disposto a tudo, já visitei o Instituto Estre outras vezes. Como minha escola é de período integral, a gente pensou em plantar algumas árvores para descansar no almoço, e em fazer algumas coisas com o lixo reciclável, como uns bancos, por exemplo”, relata o menino. “O projeto é superbacana, e conhecemos várias ideias que outras escolas tem e que, se dão certo, podemos usar na nossa”, enfatiza o tom coletivo da ação.